segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

5º ENCONTRO: O SIGNIFICADO DOS GESTOS

A religião assume o homem todo, como ele é: corpo e alma. A Graça não destrói a natureza humana, mas a completa e aperfeiçoa. Por isso, rezamos com o corpo também, dizendo palavras e fazendo gestos. A Missa é o louvor visível do Povo de Deus. Vejamos o significado dos gestos.

SENTADOS

É uma posição cômoda que favorece a catequese, boa para ouvir as Leituras, a homilia e meditar. É a atitude de quem fica à vontade e ouve com satisfação, sem pressa de sair.

DE PÉ

É uma posição de quem ouve com atenção e respeito, tendo muita consideração pela pessoa que fala. Indica prontidão e disposição para obedecer. Foi, desde o início da Igreja, a posição do “orante”. A Bíblia diz: “Quando vos puserdes em pé para orar, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que também o vosso Pai que está nos céus vos perdoe as vossas ofensas” (Mc 11,25). Falando dos bem-aventurados, João vê uma multidão, de vestes brancas, “de pé, diante do Cordeiro”, que é Jesus (Ap 7,9).
Na Missa ficamos de pé nos Ritos Iniciais, na Aclamação ao Evangelho e durante a sua proclamação, na Profissão de Fé (Credo), durante a Oração Eucarística e na Benção Final.

DE JOELHOS

De início, o cristão ajoelhava-se somente nas orações particulares. Depois toda a comunidade passou a ajoelhar-se em Tempo de penitência. Essa posição deve ser feita diante do Santíssimo Sacramento e durante a consagração do pão e do vinho.
Ajoelhar-se perante alguém era sinal de homenagem a um soberano. Hoje significa adoração a Deus. São Paulo diz: “Ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra” (Fl 2, 10). Rezar de joelhos é mais comum nas orações individuais. “Pedro, tendo mandado sair todos, pôs-se de joelhos a orar” (At 9,40).

GENUFLEXÃO

É um gesto de adoração a Jesus na Eucaristia. Fazemos quando entramos na Capela do Santíssimo e dela saímos, ou numa igreja se ali existe o sacrário com as Hóstias Consagradas. Também fazemos genuflexão diante do crucifixo na Sexta-feira Santa, em sinal de adoração. (Não é adoração à cruz, mas ao mistério que nele se encerra).
O Ato de genufletir é dado quando nos aproximamos da pessoa ou objeto a ser reverenciado e apoiamos o nosso joelho direito no chão.

INCLINAÇÃO

Inclinar-se diante de alguém é sinal de grande respeito. É sinal também de veneração, diante do Santíssimo Sacramento (principalmente quando o acólito segura algum material), e de respeito diante do altar. Os fiéis podem inclinar a cabeça para receber a benção solene, logo após o convite do diácono ou do sacerdote.

PROCISSÃO

Na Missa podemos fazer diversas procissões, se forem convenientes: na Entrada do Presidente, no Evangelho, no Ofertório, na Comunhão. A História da Salvação começou com uma “procissão”. Abraão e sua família a caminho da terra Prometida. As nossas procissões simbolizam a peregrinação do Povo de Deus para a casa do Pai. Somos uma Igreja “peregrina”.

MÃOS LEVANTADAS

É atitude dos “orantes”. Significa súplica e entrega a Deus. É o gesto aconselhado por Paulo a Timóteo: “Quero, pois, que os homens orem em qualquer lugar, levantando ao céu as mãos puras, sem ira e sem contendas” (1 Tm 2,8).

MÃOS JUNTAS OU POSTAS

Significam recolhimento interior, busca de Deus, fé, súplica, confiança e entrega da vida. É atitude de profunda piedade. Esta é a posição que devemos estar durante as celebrações.

PROSTRAÇÃO

Gesto muito antigo, bem a gosto dos orientais. Estes se prostravam com o rosto na terra para orar. Assim fez Jesus no Horto das Oliveiras7. Hoje essa atitude é própria de quem se consagra a Deus, como na ordenação sacerdotal, e na Sexta Feira da Paixão. Significa morrer para o mundo e nascer para Deus com uma vida nova e uma nova missão.

SILÊNCIO

O silêncio tem seu valor na oração. Ajuda o aprofundamento nos mistérios da fé. “O Senhor fala no silêncio do coração”. É oportuno fazer silêncio depois das Leituras, da homilia e da Comunhão, para interiorizar o que o Senhor disse. Meditar é também uma forma de participar. Uma Missa que não tivesse nenhum momento de silêncio seria como “chuva forte e rápida que não penetra na terra”.

Esse vídeo na realidade era independente, ou seja, seria colocado no Encontro apenas para reflexão, mas a letra da música tem muito a nos ensinar.


Fonte:MANUAL DOS ACÓLITOS (PARA A EQUIPE DE COROINHAS) – 2ª edição – ARQUIDIOCESE DE NITERÓI PARÓQUIA SANT’ANA DE ITAÚNA ESTRADA DE ITAÚNA, 7 – ITAÚNA – SÃO GONÇALO – RJ.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Apocalipse

No 1º Encontro também teve a exibição de um vídeo dessa música.

Professor Ateu

Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto. Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe.
Os estudantes sempre tinham medo de arguí-lo por causa da sua lógica impecável. Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse nunca o vencia. No final de todo semestre, no ultimo dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de
300 alunos:
─ Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!
Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria:
─ Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse. Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode acontecer isso!
E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a demonstração. A maioria dos alunos pensava que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos, mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé.
Bem... Há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor.
O jovem estava com medo, mas, por três meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé... Ao menos era seu desejo. Finalmente o dia chegou. 
O professor disse:
─ Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé! O professor e os 300 alunos o viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala.
O professor gritou:
─ Você é um TOLO! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre! E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz.
Quando o giz parou de rolar o professor levantou a cabeça... Encarou o jovem e... Saiu apressadamente da sala. O rapaz caminhou firmemente para frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre Seu poder através de Jesus.